Músicos promovem oficinas de choro e violão

Foto: Ingrid Anne/Manauscult Show Elas Cantam Samba, no Teatro Amazonas

Em contrapartida ao projeto “Elas Cantam Samba”, neste mês de junho os músicos Aécio Bezerra e Claudinho Nunes ministram duas oficinas de música, no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, que funciona no Sambódromo – Avenida Pedro Teixeira, 2565, Dom Pedro. No dia 7 de junho, às 9h, Aécio Bezerra será responsável pelo workshop “O Choro e a Música Brasileira” e, no dia 23, Claudinho Nunes ficará a cargo da oficina “Violão de Sete Cordas no Samba”.

Os encontros irão abordar a história do choro na MPB e a execução e a relação do violão de sete cordas no samba. A ideia é apresentar esses estilos às pessoas que ainda não conhecem, ou que conhecem, mas não sabem identificá-los. “Vamos trabalhar os diversos estilos que o choro engloba, a linguagem do samba e executar algumas músicas do gênero. As pessoas gostam, mas não conhecem”, afirmou Aécio.

Aécio é maestro, clarinetista, saxofonista e flautista. Atualmente é integrante da Amazonas Jazz Band e bacharelando em música na Universidade Estadual do Amazonas (UEA). A carreira começou quando aprendeu a tocar o primeiro instrumento musical, a requinta, ensinado pelo pai que era professor de música. Posteriormente, aprendeu a tocar outros instrumentos e vem se destacando no universo musical.

A gravação do CD e DVD “Elas Cantam Samba”, com as cantoras Lucilene Castro, Fátima Silva, Cinara Nery e Marcia Siqueira, foi contemplada pelo Edital de Conexões Culturais da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) e o DVD foi gravado em abril, no Teatro Amazonas. “É importante que os músicos e aqueles que gostam de música participem das oficinas, para ganharem conhecimento”, afirma a cantora Lucilene Castro.

De acordo com Davi Nunes, coordenador do Núcleo de Música Popular do Claúdio Santoro, há muitas vagas disponíveis, e, por isso, as oficinas podem ser abertas ao público em geral. As informações podem ser obtidas pelo telefone (92) 3232-2440.


Texto: Karyme Dibo

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