Centros culturais da SEC com novo horário de funcionamento

Foto: Arquivo SEC

A partir deste mês, os centros culturais mantidos pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), passam a receber visitantes em novo horário. O atendimento voltado aos turistas, anteriormente realizado de terça a sábado, das 9h às 13h, acontece agora das 13h às 17h, de segunda-feira a sábado, e das 11h às 15h, aos domingos.

A mudança abrange os Centros Culturais Palácio Rio Negro, Palácio da Justiça e Usina Chaminé, no Centro de Manaus, que passarão a funcionar efetivamente das 13h às 21h. O Centro Cultural dos Povos da Amazônia, no Distrito Industrial, mantém o atendimento para visitantes das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira.

A mudança no horário visa permitir a inclusão, no período de funcionamento dos locais para o público, das ações e atividades promovidas nos centros culturais por meio do Programa Espaço Aberto. Lançado no final de outubro passado, o programa de ocupação da SEC vem abrindo espaço para shows musicais, concertos, recitais, espetáculos de dança e teatro, apresentações circenses, lançamentos de livros, ensaios e outras atividades artísticas e culturais nos centros administrados pela Secretaria.

“Esperamos que a ocupação tenha uma programação mais regular a partir de 2018. Se hoje temos uma ação acontecendo uma ou duas noites por semana num local, a ideia é que venhamos a ter atividades quatro noites por semana. Queremos que os centros culturais tenham uma vida ativa”, assinala Taciano Soares, diretor de Centros Culturais da SEC. “A proposta é estimular essas atividades, para que as pessoas voltem a frequentar os centros culturais, e saibam que ali terão opções de arte e cultura”.

Soares reitera a ocupação dos centros culturais como forma de permitir a ocupação dos espaços tanto pela classe artística quanto pelo público, e cita como exemplo o Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. “Hoje o CCBB é um espaço enorme, mas há 30 anos não era assim, começou devagarinho. E por isso acreditamos em nossos centros culturais, que são menores, mas têm um potencial incrível para escoar a produção artística e cultural, ao lado dos teatros de difusão”, comenta.


via Portal da Cultura

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