Ministério da Cultura lança portal #culturagerafuturo

Foto: Divulgação/Ministério da Cultura Portal Cultura gera futuro

O Ministério da Cultura lança, nesta segunda-feira, 19, um espaço dedicado à economia criativa: o portal Cultura gera futuro. A iniciativa faz parte da campanha publicitária #culturagerafuturo, que busca mostrar como as atividades criativas e culturais são aspecto fundamental do desenvolvimento econômico e social do País.

No site, internautas terão acesso a notícias, vídeos, galeria de fotos e a peças da campanha publicitária. O portal traz ainda cursos relacionados à economia criativa e agenda com principais eventos da área. O conteúdo também será divulgado nas redes sociais da campanha: Twitter, Facebook e Instagram.

A campanha, lançada em janeiro deste ano, evidencia o Brasil como um país vocacionado para as atividades criativas e culturais. Por meio de diferentes meios de comunicação, apresenta a Cultura como ativo que gera emprego, renda e inclusão social, além de ter um papel fundamental na promoção de um desenvolvimento mais justo e sustentável.

Economia criativa

Segundo estudo publicado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), as atividades criativas e culturais respondem por 2,64% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, colocando-se entre os 10 maiores setores econômicos do país, superando indústrias tradicionais. O setor envolve 200 mil empresas e instituições e gera cerca de um milhão de empregos diretos. Além disso, paga R$ 10,5 milhões de impostos por ano.

Nesse contexto, os mecanismos de fomento do setor cultural, especialmente a Lei Rouanet e a Lei do Audiovisual, assumem papel estratégico não apenas como propulsores do segmento criativo, mas como instrumentos de desenvolvimento econômico do País.

Ao longo de 26 anos de existência, a Lei Rouanet injetou cerca de R$ 16,5 bilhões na economia criativa e permitiu que diversas atividades culturais se concretizassem. Foram, mais precisamente, 50,4 mil projetos realizados de teatro, dança, circo, cinema, literatura, artes visuais, música, design, patrimônio cultural e festas populares, entre outros segmentos.


Com informações do Ministério da Cultura

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