Foto: Divulgação

O projeto de extensão ‘Leitores de espetáculos teatrais: Olhares emergentes na cotidianidade escolar’, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), apresenta o espetáculo infantil ‘Clássicos Encantados’, nesta quarta-feira, 6/6, às 10h, na Escola Estadual Antônio Telles de Souza, na Rua Santa Quitéria, 805, no bairro Presidente Vargas. A entrada é gratuita e o projeto conta com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (SEC).

A peça infantil ‘Clássicos Encantados’, da Cia. de Teatro Apareceu a Margarida, estreou em 2001 e passou por reformulações em seu formato desde sua proposta inicial. Hoje, Michel Guerrero, Hely Pinto e Ana Cláudia Motta se revezam em mais de 15 personagens, a partir de histórias do imaginário infantil como a farsa ‘O médico’ e os clássicos ‘ A Gata Borralheira’ e ‘Chapeuzinho Vermelho’ – este último em uma proposta de teatro interativo com a plateia, que passa a fazer parte da história, vivendo os conhecidos personagens, como a Chapeuzinho, o Lobo Mau e a Vovó, entre outros.

O diretor e ator da peça, Michel Guerrero, explica o projeto cênico. “É uma peça dividida em três diferentes histórias, algumas muito conhecidas, mas com a pitada do grupo, que é o bom humor e o sarcasmo, a ironia presente no pano de fundo destas dramaturgias. Somos três artistas experientes e estamos a serviço desta comédia de atores e de bonecos e do exercício vivo da cena amazonense”, afirma.

No próximo dia 13/6, às 14h, ainda dentro do projeto, a Escola Antônio Telles receberá outro espetáculo: o teatro de rua ‘O Mendigo e o Cão Morto’, de Bertolt Brecht, com direção de Neth Lira e elenco formado por Robson Ney (Mendigo) e Gabriel Lummertz (Rei), além da sonoplastia de Ismael Farias.

Projeto

O projeto ‘Leitores de espetáculos teatrais: Olhares emergentes na cotidianidade escolar‘ chega ao sexto ano de execução, atendendo a nove escolas públicas, com aproximadamente um total de 600 alunos. Neste semestre, a Escola Antônio Telles de Souza foi agraciada com a adesão ao processo de extensão.

A coordenadora do projeto, Eneila Almeida dos Santos, explica a importância dos jovens alunos na fruição de uma obra de arte, como um espetáculo teatral. “Os estudantes criam intimidades com a linguagem teatral, compreendem melhor os seus códigos e significados. Essas vivências teatrais estimulam as etapas dos processos pedagógicos quanto ao acesso, frequentação, diálogos produtivos travados com as obras, decodificações e contextualização histórica, cultural e política”, explicou Eneila.

A ideia é justificada pela necessidade de articulação efetiva entre a universidade e a comunidade, associando o ensino e a pesquisa às teorias e práticas de visitação das escolas aos centros culturais da comunidade e/ou às produções teatrais oriundas da própria universidade ou de grupos teatrais, investindo em conhecimentos que resultam do confronto com a realidade e os ganhos no processo de formação integral da comunidade educativa.


Com informações de assessoria

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