As ações no campo da Cultura pela prefeitura de Manaus iniciaram no período de 1983 a 1986, com a Criação da Secretaria Municipal de Cultura, Desporto e Lazer (Semcla) sob a gestão do escritor e cineasta Cleber Sanches.

Em 1985, com a criação do Ministério da Cultura (MinC), o setor cultural ganhou representatividade no cenário político-administrativo brasileiro e, consequentemente, os planos e projetos culturais tornaram-se factíveis, devido aos interesses públicos e sociais prementes e à disponibilização dos recursos necessários.

Na administração 1989-1993 foi decretada a extinção da Secretaria Municipal de Cultura, Desporto e Lazer – SEMCLA (1992); e a criação de novo órgão gestor, a Fundação Villa Lobos (FVL), de estrutura política, financeira e administrativa mais ágil, através da Lei nº 175, de 10/03/1993, com o objetivo de realizar a difusão, fomento e promoção cultural na Cidade de Manaus, tornando-se responsável pelos destinos do segmento artístico-cultural.

As ações voltadas à Cultura e às Artes receberam especial apoio no período de 1993-1994.

Durante 1993-1996, a entidade priorizou a implementação de projetos relacionados à difusão da cultura erudita, com ênfase na música clássica. Fundamentadas em sólidos objetivos, as ações da entidade desenvolveram-se celeremente no biênio 1994-1996.

Mais tarde, entre 1997-2004, a presidência da Fundação Villa Lobos foi assumida pela jornalista e cantora Lívia Mendes e consecutivamente, pela produtora cultural Inês Daou.

Em 2009, a Lei nº 1321, de 16 de abril de 2009, transforma a Fundação Municipal de Turismo (Manaustur) em Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Manauscult).

Em Março de 2010, a Lei nº 1.435, de 26 de março, cria a Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), que teve como presidente após Lívia Mendes, a produtora cultural Inês Daou.

A partir de 2013, assume a direção da Manauscult o advogado e administrador público Bernardo Monteiro de Paula, cargo onde permanece até os dias atuais.