Cachoeirinha comemora 127 anos com festa e ação social

Foto: Ingrid Anne/Manauscult

Criado em 1892, o bairro Cachoeirinha comemora, neste mês, o seu aniversário de 127 anos. Em alusão à data, será realizada neste sábado, 25/5, uma programação especial com música, cultura, lazer e diversão na rua Maués, entre as avenidas Tefé e Parintins. O evento conta com apoio da Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult).

De acordo com um dos integrantes da organização, João Miguel Neto, a programação disponibilizará serviços sociais gratuitos à comunidade, além de uma grande festa. “Estamos muito felizes em poder comemorar mais um ano deste bairro tão querido e importante na história de Manaus. Esperamos que a comunidade possa usufruir de toda a programação que preparamos para comemorar essa data especial”, disse Neto.

Na programação, uma ação social com serviços de manicure, corte de cabelo, orientação de saúde, entre outros, será disponibilizada gratuitamente para a comunidade, a partir das 8h, na Quadra Andanças de Ciganos, na avenida Borba, 1.309, Cachoeirinha.

Já à noite, a diversão terá início às 18h, na rua Maués, entre as avenidas Tefé e Parintins. As bandas Pagode dos Mestres, Meu Xodó e a participação da Bateria Vai ou Racha, da Andanças de Ciganos, prometem agitar a noite no bairro.

História

O bairro Cachoeirinha recebeu o nome devido às pequenas quedas d’água que ocorriam quando se chocavam com grandes pedras. No início, o bairro era rodeado pelos igarapés do Educandos, do Mestre Chico, do Quarenta e da Cachoerinha, conhecido pela ótima opção de banho. Além da opção de lazer para a população da época, os igarapés serviam de sustento para as lavadeiras e suas famílias, mulheres bastante lembradas entre os moradores mais antigos.

Com o crescimento, o bairro se desenvolveu e hoje dispõe de ruas largas que facilitam o tráfego, hospitais, clínicas, escolas, supermercados, restaurantes, hotéis, entre outros, o que motiva moradores antigos e novos a continuarem habitando no local.


Jéssica Rebello
Equipe Viva Manaus

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