Prefeito decreta luto oficial pela morte de Luiz Maximino de Miranda Corrêa

Foto: Reprodução/Internet Luiz Maximino de Miranda Corrêa

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, lamentou profundamente a morte do escritor, historiador, jornalista, cineasta e acadêmico amazonense Luiz Maximino de Miranda Corrêa, aos 84 anos, ocorrida nesta quarta-feira, 10/7. Será decretado luto oficial de três dias no município.

Luiz Maximino morreu em Caxias do Sul (RS), onde morava, vítima de um mal súbito. A informação da morte foi anunciada pela presidência da Academia Amazonense de Letras (AAL), da qual ele era membro desde 2003 e onde ocupava a cadeira n° 37, na sucessão de Carlos Araújo Lima.

“Lamento profundamente a morte do escritor, historiador e cineasta Luiz Maximino de Miranda Corrêa, que fez parte do nosso conselho estratégico. É uma perda grande para as artes”, declarou o prefeito. “Eu e minha esposa, Elisabeth Valeiko Ribeiro, externamos nossos sinceros pêsames aos amigos e familiares dessa brilhante personalidade amazonense”, completou Arthur Neto.

Maximino Miranda Corrêa deixou várias obras publicadas, entre elas, “A Borracha da Amazônia e a 2ª Guerra Mundial”, “O Nascimento de Uma Cidade: Manaus 1890 a 1900” e “Em Nome de Deus Em Nome do Rei”. Na sétima arte, atuou como diretor, roteirista de inúmeras produções tanto no Brasil quanto no exterior, com destaque para os filmes “A Selva”, “Os foragidos da violência”, “Como matar uma sogra”, entre outros.

Durante um período de sua vida, Maximino também desempenhou algumas funções públicas, entre elas assessor da Superintendência do Plano de Valorização da Amazônia (SPVEA), diretor do Departamento Estadual de Turismo, diretor-superintendente da Fundação Cultural do Amazonas, secretário-executivo do Instituto Superior de Estudos da Amazônia (Isea) e membro e presidente do Conselho Estadual de Cultura.


Com informações de assessoria

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