Passo a Paço 2019 - Coletivo 333
Coletivo 333 no Festival Passo a Paço 2019. Foto: Leonardo Leão/Manauscult

No palco por onde passarão mais tarde Fagner e Emicida, a programação começou ao som do hip-hop manauara do Coletivo 333, que abriu as apresentações do segundo dia na Plataforma Malcher com um trabalho autoral coletivo rico em beats e rimas.

Segundo um dos integrantes do grupo, Gabriel Benevite, a primeira participação no Festival Passo a Paço consolida um trabalho de cinco anos já percorrido pelo coletivo.

“Eu acho muito interessante fazer parte desse festival como um coletivo, mostrando o patamar que o rap está conseguindo alcançar. É muito gratificante poder cantar em uma estrutura como essa e mostrar o nosso trabalho, não só autoral, mas regional também”, contou Gabriel.

Bumba Meu Rock

Uma união inusitada entre as toadas que mais fizeram sucesso nas edições do Festival de Parintins com grandes clássicos do rock: assim foi o show do Bumba Meu Rock, segunda atração da noite no palco Plataforma Malcher. A mistura contou com a participação dos cantores Márcia Siqueira e P.A. Chaves, que garantiram os vocais com as letras de toadas clássicas, com a banda Essence, que temperou as músicas com os instrumentais de faixas de gigantes do rock, como AC/DC e Led Zepellin.

Os biólogos Leonardo Santos e Ananda Figueira escolheram o festival para aproveitar a noite de sexta-feira ao som das apresentações do palco. “Impossível não gostar dessa programação tão diversificada, tem pra todos os gostos. Nós gostamos de rock e de boi-bumba. Tá aprovadíssima essa mistura!”, contou Ananda.

Jéssica Rebello
Equipe Viva Manaus