Santaella
Foto: Leonardo Leão/Manauscult

Mostrando suas influências de pop rock e MPB, o cantor manauara Santaella fez sua estreia no Palco Plataforma Malcher. No repertório do show, houve espaço tanto para canções autorais, como “Fundo em branco”, “Nunca limite”, “Estado natural”, “Vinte minutos” e “Hemisfério hostil”, quanto para versões de Djavan, Tim Maia, Beyoncé, Alicia Keys, John Mayer, Bruno Mars, entre outros.

As estudantes Thais Ribeiro, Carina Castro e Michele Silva dançaram ao ritmo do cantor. “O bom desse festival é que tem música para todos os gostos. Impossível não gostar de uma apresentação como essa! Quando dão mais valor aos artistas locais, é isso que acontece: só alegria!”, disse Carina.

Pela Plataforma Malcher, passarão ainda nesta noite o cantor Zeca Pagodinho e o grupo Liniker e os Caramelows, encerrando as apresentações do dia.

Coreto

Queridinho pelo público, o palco Coreto, na Praça Dom Pedro II, é uma boa pedida para quem quer ficar mais próximo aos artistas. Neste sábado, o palco abriu a programação com o ecletismo dos irmãos Raulnei e Rainier de Carvalho. Os irmãos revezaram canções brasileiras, indo do rock a toada, e contextualizando com o cenário político atual.

Em seguida, vestido de amarelo em alusão ao Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, o cantor Dan Stump foi o segundo a subir no Coreto. Com seu delicado folk alternativo, Dan atraiu aqueles que passeavam pela praça e os convidou, através da melodia, a um momento de reflexão musical.

A cada nota entoada e um discurso de defesa pelas causas humanitárias, a plateia correspondia com palmas e gritos. Dan entoou canções autorais, além de interpretar outros artistas, como Cazuza e Elis Regina. O cantor também agradeceu ao público pelo envolvimento e deixou uma mensagem de apoio à preservação da Amazônia, bem como do ser humano. “Cuidem dos seus. Cuidem da sua saúde mental, não só nesse mês de setembro, mas no ano todo”, disse.

Nos intervalos de cada apresentação, o grupo Gandhicats animava o público com uma performance de dança.

Museu e Mundo Giramundo

Outro local que tem recebido centenas de pessoas durante os quatro dias do Passo a Paço é o Museu da Cidade, que está com visitação aberta de 16h as 21h, com última entrada as 20h20.

“Faz dois anos que não vinha ao Paço da Liberdade [agora Museu da Cidade de Manaus], e como ele mudou. A gente sente, por exemplo, as exposições mais próximas e aquela aproximação do passado”, disse o gastrônomo Bruno Moura.

Outro espaço que tem sido explorada é a exposição Mundo Giramundo, onde várias pessoas estão conhecendo o fabuloso mundo do teatro de bonecos.


Com informações de: Jéssica Rebello, Mayrlla Motta e Thaís Waghan

Equipe Viva Manaus