"HAIJIN", de Renan Haijin - Foto: Divulgação

Em meio à pandemia da Covid-19, o músico e produtor Renan Haijin resolveu se reinventar e apostar em seu projeto paralelo ao da banda Gramophone, com o álbum solo ‘HAIJIN’, que será lançado no próximo dia 15 de janeiro, nas plataformas digitais. O disco foi produzido com o apoio do Governo Federal e da Prefeitura de Manaus, por meio do Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais – Lei Aldir Blanc.

Com cinco faixas, o álbum conta com participações especiais de Gabi Farias, Dan Stump, Ramon Marola e Andrei Ambrósio. O guitarrista da banda Gramophone destacou o cuidado e carinho que teve para produzir cada faixa do álbum que leva seu sobrenome.

“É o meu primeiro álbum, e estou muito feliz porque são canções que eu tenho há muito tempo guardado. Umas a gente já chegou a gravar na Gramophone, como ‘Migalhas de Amor’ e ‘Mantenha a Distância’, que são músicas muito pessoais. Troquei uma ideia com a galera e pedi pra que fosse feito com todo carinho, do jeito que eu tinha imaginado do primeiro arranjo, porque tem uma importância muito grande. Então esse álbum é o meu primeiro de muitos, se Deus quiser”, afirmou Renan.

O compositor adianta que a identidade visual é diferente do seu projeto com a banda. “A gente acabou criando uma identidade visual que não se encaixava na proposta da Gramophone, e cada vez mais foi surgindo uma vontade de fazer um projeto, sem perder as composições e ideias que são coisas que eu acredito e consumo particularmente.” enfatizou.

Segundo Haijin, o projeto também conta com um minidocumentário sobre os bastidores da produção do álbum, que contou com um time de profissionais de diferentes áreas da arte, cultura, produção e entretenimento. Já sobre as inspirações, o músico disse que o público pode esperar algo novo.

“As minhas maiores inspirações têm vindo da galera do R&B, de artistas pouco conhecidos na internet que fazem arranjos ao vivo, que eu curto pra caramba, e, claro, do Justin Vernon, líder da banda Bon Iver, além da sonoridade da Billie Eilish. A proposta do álbum é que ele fosse um folk, mas que não fosse um ‘folk limpo’ como o público já conhece, e sim uma proposta de folk meio psicodélico”, reiterou.

Equipe Viva Manaus (com informações de assessoria)